quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Curitiba com chuva



Quantos guarda-chuvas você já perdeu?
Quantos você já achou?
Para onde será que eles vão?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Selo



Ganhei esse selinho da Tita Carre.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Desejos para o Ano Novo

Eu te desejo tempo, para que no nervosismo do cotidiano aches a tranquilidade e o descanso necessário.
Eu desejo que reconheças que, cada obstáculo em tua vida, contém novas possibilidades de crescer.
Eu te desejo alegria, em reconhecer as pequenas coisas da vida e te alegrar com elas.
Eu te desejo serenidade para encarar as tempestades da vida com firmeza e segurança.
Eu te desejo a certeza que Deus existe, e que está ao teu lado todos os dias e horas da tua vida.
Isto eu te desejo!

(Esther Lieberknecht)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

"A gente não se liberta
de um hábito
atirando-o pela janela:
é preciso fazê-lo descer a escada,
degrau por degrau."

Mark Twain.

domingo, 20 de dezembro de 2009

A FITA ROSA

O que os homens tem a ver com o câncer de mama?

Um elegante homem de meia-idade entrou calmamente em um café e sentou-se.
Antes de fazer seu pedido, ele pôde perceber que um grupo de rapazes, sentados a uma mesa próxima, estavam rindo dele. Ele logo deduziu que o motivo era uma pequena faixa rosa na lapela de seu terno.
Muito incomodado com a situação, ele mostrou a faixa aos rapazes e perguntou:
- É isto?
Todos gargalharam. Um deles disse: – Desculpe-me cara, mas nós estavamos apenas comentando como esta pequena faixa fica bonita no seu terno azul.
O homem, então, tranqüilamente, convidou-o para sentar-se com ele. O rapaz, apesar de constrangido, concordou.
Educadamente, o homem lhe explicou que estava usando a faixa para alertar as pessoas sobre o câncer de seio. E concluiu:
- Eu uso isto em honra da minha mãe.
O diálogo prosseguiu:
- Oh, lamento amigo. Ela morreu de câncer nos seios…
- Não. Ela esta viva e passa bem. Entretanto, seus seios alimentaram-me na infância, e confortaram-me quando estava assustado, ou sentia-me solitário. Eu sou muito grato pelos seios de minha mãe e por sua saúde.
- Hummm, retrucou o rapaz – sei…
- E eu uso esta faixa em honra de minha esposa também.
- E ela também esta ok?
- Oh, sim. Ela está otima. Seus seios tem sido uma grande fonte de amor e prazer para nós dois; e com eles, ela nutriu e alimentou a nossa linda filha ha 23 anos. Eu sou agradecido pelos seus seios e por sua saúde também.
- Humm. E eu suponho que você use isto em honra de sua filha também?
- Não. É muito tarde para honrar a minha filha, usando isto agora. Minha filha morreu de câncer nos seios há um mês. Ela pensou que era muito jovem para ter esta doença; e quando, acidentalmente, notou um pequeno inchaço nos seios, ela ignorou-o. Ela pensou que estava tudo bem, uma vez que não sentia dores; e que não havia motivos para preocupar-se.
Chocado e envergonhado, o soberbo rapaz disse:
- Oh, cara, eu lamento muito.
- Então, em memória de minha filha, eu, orgulhosamente, também uso esta pequena faixa rosa. Através dela, tenho tido oportunidades de elucidar as pessoas. Agora, vá para casa e converse com sua esposa e suas filhas, sua mãe e seus amigos.
E o homem, então, deu ao rapaz uma faixa para que ele também a usasse.
O rapaz ergueu a cabeça, vagarosamente, e pediu:
- Você me ajuda a colocá-la?

III João 1:2 “Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma.”

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

PAPO SÉRIO> VOCÊ SABE O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM SEUS FILHOS??

Leia com atenção!!!

PULSEIRINHA DO SEXO>

São pulseiras comuns, que qualquer garota usaria para ir ao colégio,
feitas de silicone, em cores vibrantes e de aparência inocente.
Mas nos últimos dias passaram a deixar muitos pais preocupados
com rumores sobre seu verdadeiro significado. Segundo um modismo
que surgiu na Inglaterra e chegou ao Brasil recentemente, arrebentar
a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se
submeter ao ato correspondente àquela cor. Pulseira amarela,
por exemplo, equivaleria a um abraço. Pulseira preta, a sexo.

Não demorou muito para a novidade se espalhar pela internet e chegar
ao Brasil. Redes sociais como Orkut e Facebook têm comunidades
dedicadas aos fãs das pulseiras. Uma delas já reunia 40 mil seguidores
na semana passada, a maioria perfis de crianças e adolescentes. Embora
seja comum encontrar jovens com o braço carregado de pulseiras, parte
deles parece desconhecer seu significado. “Eu parei de usar quando
descobri, mas vejo um monte de meninas do fundamental usando
sem saber”, diz a estudante Bárbara Campos, de 15 anos, aluna de
um colégio particular de São Paulo. Seu namorado, no entanto,
ainda carrega três pulseiras no pulso: uma preta, uma branca e
uma vermelha. “Se outra menina estourar as pulseiras dele,
eu vou ficar muito brava.”

Como pais e educadores deveriam reagir diante da conotação sexual de
uma inocente pulseira de silicone? “Proibir não adianta, porque o
adolescente pode se sentir excluído quando vir que os colegas
continuam usando”, diz a psicóloga Denise Diniz, da Universidade
Federal de São Paulo. “Os pais devem aproveitar a oportunidade
para debater sexualidade em casa.” Os colégios se dividem entre
proibir ou ignorar o uso das pulseiras. “Acreditamos que esse jogo
não passe de um modismo, mas os pais podem e devem impor seus
limites, sem alarde”, diz Silvana Leporace, coordenadora educacional
do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo. Modismo ou não, não custa
nada para os pais dar uma olhadinha no que os filhos andam usando no pulso.

.......

10/12/2009 - 19:32 - Atualizado em 11/12/2009 - 21:57

A pulseirinha do sexo

Os jovens aderem à moda dos braceletes coloridos – muitos deles sem saber de seu significado erótico

Andres Vera

São pulseiras comuns, que qualquer garota usaria para ir ao colégio, feitas de silicone, em cores vibrantes e de aparência inocente. Mas nos últimos dias passaram a deixar muitos pais preocupados com rumores sobre seu verdadeiro significado. Segundo um modismo que surgiu na Inglaterra e chegou ao Brasil recentemente, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor. Pulseira amarela, por exemplo, equivaleria a um abraço. Pulseira preta, a sexo.

Não se sabe como surgiu esse código nem como ele se espalhou entre os adolescentes. Na Inglaterra, as pulseirinhas ganharam o nome de shag bands (algo como “pulseiras da transa”). Lá também surgiu o jogo chamado “snap” (estouro, na tradução do inglês) e o dicionário de cores (leia o quadro abaixo). O assunto chamou a atenção da imprensa e virou motivo de alarde entre pais e educadores quando crianças do ensino fundamental começaram a usar as pulseiras.

Não demorou muito para a novidade se espalhar pela internet e chegar ao Brasil. Redes sociais como Orkut e Facebook têm comunidades dedicadas aos fãs das pulseiras. Uma delas já reunia 40 mil seguidores na semana passada, a maioria perfis de crianças e adolescentes. Embora seja comum encontrar jovens com o braço carregado de pulseiras, parte deles parece desconhecer seu significado. “Eu parei de usar quando descobri, mas vejo um monte de meninas do fundamental usando sem saber”, diz a estudante Bárbara Campos, de 15 anos, aluna de um colégio particular de São Paulo. Seu namorado, no entanto, ainda carrega três pulseiras no pulso: uma preta, uma branca e uma vermelha. “Se outra menina estourar as pulseiras dele, eu vou ficar muito brava.”

Vendidas por camelôs em qualquer cidade grande brasileira, a novidade ficou conhecida por aqui como pulseira cool (legal, na tradução do inglês), pulseira da amizade ou pulseira da malhação. Um pacote com 20 unidades, de cores sortidas, custa cerca de R$ 1. Entre os mais jovens e os que não levam o sentido do snap a sério, as pulseiras também resumem o “currículo” sexual da pessoa. Vale a mesma regra das cores: quem já fez sexo pode exibir sua pulseira preta. Os mais “populares” costumam usar a cor dourada.

Como pais e educadores deveriam reagir diante da conotação sexual de uma inocente pulseira de silicone? “Proibir não adianta, porque o adolescente pode se sentir excluído quando vir que os colegas continuam usando”, diz a psicóloga Denise Diniz, da Universidade Federal de São Paulo. “Os pais devem aproveitar a oportunidade para debater sexualidade em casa.” Os colégios se dividem entre proibir ou ignorar o uso das pulseiras. “Acreditamos que esse jogo não passe de um modismo, mas os pais podem e devem impor seus limites, sem alarde”, diz Silvana Leporace, coordenadora educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo. Modismo ou não, não custa nada para os pais dar uma olhadinha no que os filhos andam usando no pulso.



ESTOURO
Adolescentes com as “pulseiras da amizade”. Arrebentar a de outra pessoa é um convite à intimidade

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

As Estações


Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que eles aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado. Por isso, ele mandou cada um em uma viagem, para observar uma pereira que estava plantada num distante local.

O primeiro filho foi lá no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o quarto filho no outono.

Quando todos haviam partido e retornado o pai os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que havia visto.

O primeiro filho disse que a árvore era feia e retorcida.

O segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.

O terceiro filho discordou; disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto.

O último filho discordou dos outros dizendo que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, de vida...

O homem então explicou aos seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore...

Ele falou que não se pode julgar uma árvore ou uma pessoa, por apenas uma estação. A essência de quem eles são, o prazer, a alegria e o amor que vem daquela vida, podem ser medidos apenas no final, quando todas as estações estão completas.

Se você desistir quando for inverno, você perderá a promessa da primavera, a beleza do seu verão, a expectativa do outono.

Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras.

Não julgue a vida apenas por uma estaçõ difícil.

Persevere atracés de caminhos difíceis e melhores tempos virão de uma hora para outra!!!

(retirado da agenda de 2010 da OASE)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O FILHO

Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão pela arte.
Tinham de tudo em sua coleção, desde Picasso até Rafael.
Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte.
Por uma desgraça do destino, seu filho foi para guerra.
Foi muito valente, e morreu na batalha, quando resgatava outro soldado.
O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.
Um mês mais tarde, justo antes do Natal, alguém bateu na porta...
Um jovem com uma grande tela em suas mãos disse ao pai:
"Senhor você não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida, ele salvou muitas vidas nesse dia, e estava me levando a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo assim, instantaneamente. Ele falava muito do senhor e de seu amor pela arte".
E o rapaz estendeu os braços para entregar a tela:
"Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que você recebesse isto".
O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado.
Ele olhou com profunda admiração a maneira em que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura.
O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos se encheram de lágrimas.
Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu pagar-lhe pela pintura.
"Não, senhor, eu nunca poderia pagar-lhe o que seu filho fez por mim. Essa pintura é um presente".
O pai colocou a tela a frente de suas grandes obras de arte, cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria.
O homem morreu alguns meses mais tarde, e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte.
Muita gente importante e influente, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte.
Em exposição estava o retrato do filho.
O leiloador bateu seu martelo para dar início ao leilão.
Começaremos o leilão com o retrato "O FILHO".
"Quem oferece por este quadro?" Um grande silêncio...
Então um grito do fundo da sala: "Queremos ver as pinturas famosas!!!", "Esqueça-se desta!!!!".
O leiloador insistiu... "Alguém oferece algo por essa pintura?? R$ 100? R$ 200?" Mais uma vez outra voz:
"Não viemos por esta pintura!, viemos por Van Goghs, Picasso,... Vamos as ofertas de verdade..."
Mesmo assim o leiloador continuou... "O FILHO!!! O FILHO!!! Quem leva o filho?"
Finalmente, uma voz : "Eu dou R$ 10 pela pintura", era o velho jardineiro da casa.
Sendo um homem muito pobre, e esse era o único dinheiro que podia oferecer. "Temos R$ 10! Quem dá R$ 20?" gritou o leiloador.
As pessoas já estavam irritadas, não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas, para completarem sua coleção.
Então o leiloador bateu o martelo, "Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendida por R$ 10!!!"
"Agora vamos começar com a coleção!!!", gritou um.
O leiloador soltou seu martelo e disse:
"Sinto muito damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao seu final."
"Mas, e as pinturas?" disse os interessados.
"Eu sinto muito", disse o leiloeiro, "quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do dono. Não seria permitido revelar esse segredo até esse exato momento. Somente a pintura do filho seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as posses deste homem inclusive as famosas pinturas. O homem que comprou O FILHO fica com tudo!..."
Reflexão: Deus nos entregou seu filho, que morreu numa cruz a 2000 anos.
Assim, como o leiloador, a mensagem hoje é O FILHO, quem ama o filho tem tudo.
Compartilhe essa mensagem, com um amigo, alguém que goste muito.
Sua vida não é uma coincidência, é um reflexo de ti...

SITUAÇÃO BRASILEIRA ATUAL

Num país onde a audiência de programas televisivos como Ratinho e Leão Livre supera a da novela "Os Maias", obra de Eça de Queiroz, adaptada por Maria Adelaide Amaral e levada ao ar pela rede Globo, pode-se dizer que Sílvio Santos, com seu Show do Milhão, pelo menos tem prestado um bom serviço ao país, na medida em que seus telespectadores, na pior das hipóteses, têm acesso a informações bem mais úteis e sadias que aquelas apresentadas pelos senhores Ratinho e Leão.
As informações que podem ser obtidas ao assistir o Show de Sílvio Santos não se restringem às respostas - quando corretas, fornecidas pelos participantes do programa. Estas estão dentre as que considero sadias. A informação mais importante e mais útil é dada através do programa, que possibilita uma reflexão acerca da miséria intelectual das classes menos favorecidas que ali se expõem em troca de dinheiro, na esperança da realização de algum sonho. Na esmagadora maioria, o sonho da casa própria.
Há poucos dias fiquei comovida com uma participante do programa em questão. Tratava-se de uma jovem de 15 anos, natural de Ilhéus, na Bahia, aluna do segundo ano do ensino médio de uma escola pública. A moça disse ao apresentador do programa que a mãe comprara a revista do SBT enviando o cupom correspondente em seu nome. A filha deveria ser considerada o membro da família mais preparado intelectualmente para tal empreitada. Na platéia o pai, motorista de táxi, fitava a filha com orgulho. A moça, quando indagada sobre a razão de sua presença no programa respondeu que seu único e grande sonho era pagar um tratamento para a mãe, acometida de uma doença que está lhe paralisando as pernas. Nem ela nem o pai souberam dizer qual a doença, nem tinham idéia do preço do tratamento.
As primeiras perguntas, como sabem os que já assistiram o Show do Milhão, são as mais fáceis possíveis. Para meu espanto, a jovem do 2º ano do Curso Médio quase nada sabia. Queimou todas as suas possibilidades pedindo cartas, pulando as perguntas e pedindo ajuda aos universitários. Por sorte, com toda essa ajuda, chegou, se não me engano, aos 30.000 reais. Daí para frente, era tudo ou nada. Eis então que a pergunta apresentada era a seguinte:
Machado de Assis escreveu: a) O Auto da Compadecida; b) Quincas Borba; c) A Bela Adormecida; d) esta alternativa não consigo me lembrar. Como não tinha mais nada a que nem a quem recorrer a garota disse que a obra de Machado era A Bela Adormecida.
Sílvio Santos deu todas as dicas possíveis para que a moça percebesse que era Quincas Borba, mas a moça disse que estava convencida da resposta, ou seja, do chute, que estava dando. O que mais me comoveu nessa história toda, não foi o fato de que a moça saiu dali, talvez, sem o dinheiro suficiente para o tratamento da mãe. Ou talvez tenha, pois nem ela nem o pai tinham idéia do valor necessário para a realização do sonho da filha.
O mais comovente nessa história é a certeza de que vivemos na ilusão de um Estado Democrático de Direito. Num eterno estado de coisas nem democrático - porque não é justo, nem provido do mínimo direito a uma educação decente o suficiente que propicie a uma aluna do 2º ano do curso médio de uma escola pública o conhecimento de que um tal Machado de Assis não teria escrito a Bela Adormecida. Sim, porque pior do que não saber que Quincas Borba é uma obra de Machado de Assis é pensar que A Bela Adormecida seria uma obra dele.
Pergunto ao leitor: um aluno que, pelo jeito, nunca ouviu falar em Machado de Assis terá a oportunidade de chegar aos bancos da Universidade? Fico pensando se aquela jovem de Ilhéus conhece ao menos Jorge Amado, baiano como ela, e mais, que usou a terra natal da moça como cenário de alguns de seus livros. Jovem da Bahia, terra de ACM. Seria este conhecido por ela e seus familiares? Creio que sim. Bela jovem de Ilhéus, adormecida pela ignorância provocada pela falta de qualidade da educação pública no país.
Triste povo brasileiro adormecido que não se compadece com os excluídos da sociedade. Infeliz população que passivamente assiste ao show de um presidente que governa soberano através de Medidas Provisórias. O que era para ser exceção virou regra.
Triste da nação que assiste passivamente as atitudes de um Legislativo que legisla como quem dança conforme a música; que assiste sem a mínima consciência a tentativa de se calar o Ministério Público sem analisar o significado e as conseqüências de tal medida; de um povo que assiste de modo inerte o quanto está hoje comprometida a independência do Poder Judiciário. Inércia só compete ao juiz, que precisa ser provocado para realizar a justiça. Ao cidadão compete ser responsável, fazendo valer seus direitos e, antes de tudo, cumprindo seus deveres. Responsabilidade, pressuposto da cidadania, significa responder pelos atos praticados. Só podemos responder por aquilo que conhecemos. A moça não pode responder as perguntas de Sílvio Santos porque é mais uma vítima de um sistema cruel.
Mais cruel é saber que no show do Brasil do terceiro milênio a classe média continua no papel de mera espectadora. Justamente a classe que deveria ser a mais responsável. Porque nem é pobre nem é rica. É a classe que não tem identidade. Tem apenas ilusão: a de viver numa plena democracia. Democracia, decididamente, não é um país onde poucos têm muito e milhões passam fome.
Triste de um povo que vive numa sociedade dividida em classes sociais das quais a média não se organiza, mas assiste passivamente ao show de competência dado pelo poder de organização dos presos, comandados pelo PCC, uma organização criminosa. Vide os presídios de São Paulo, que realizaram 29 rebeliões simultâneas, mobilizando 27.000 detentos, o que serve para nos alertar sobre o fato de que o crime está mais organizado do que pensamos.
Infeliz do povo que não percebe que o show está apenas começando. O show dos milhões, que não conhecem Machado de Assis, mas que começam a se organizar, ensinando às classes mais favorecidas que uma sociedade egoísta, fundada no individualismo só tende a piorar. O jogo do Show do Milhão, pelo menos, possibilita a alguns a realização do sonho da casa própria. O jogo da vida, muito mais complexo, não tem possibilitado nem a esperança de um mundo mais digno para nossos filhos. Em tempo: Aquele tal de Machado de Assis termina seu livro Memórias Póstumas de Brás Cubas dizendo " Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria".

Maria Luiza Tonelli - Professora

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

COP 15

"Começou dia 7 a 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima, que irá marcar as nossas vidas para sempre."

Esse acordo sucederá o Protocolo de Kioto,
e as decisões que tomarem influenciará o futuro de todos nós.
Então, se cada um fizer um pouquinho, quem sabe, ajuda
mas se não ajudar, pelo menos se fica com a consciencia tranquila!


Proponho fazermos um movimento na internet!
E Maria Oliveira do blog "fazendo arte" criou o Selinho abaixo que significa a influência da poluição no clima!


Convido a todos a copiar o Selo Poluição: Não! e publicar em seus blogues!
(e convidem mais amigos para postá-lo também)


Poluição: NÃO!
Pollution: NO!






VEJA MAIS:
* procure por algum evento perto de você e participe!


(No Brasil tem até agora 111 eventos)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

As mãos



As tuas quais são?

Há mãos que sustentam e mãos que afagam;
Mãos que edificam e mãos que destroem;
Mãos que denunciam e mãos que anunciam;
Mãos que se abrem e mãos que se fecham;
Mãos que ferem e mãos que cuidam das feridas;
Mãos que destroem e mãos que edificam;
Mãos que batem e mãos que recebem pancadas;
Mãos que apontam e guiam e mãos que desviam;
Mãos que são temidas e mãos desejadas e queridas;
Mãos puras e mãos que carregam censuras;
Mãos que pesam e mãos que aliviam;
Mãos que operam e curam e mãos que amarguram.

A diferença está no AMOR que as mãos carregam!

(retirado da agenda de 2010 da OASE)

Como acabar com um grupo


Não frequente as reuniões do seu grupo, mas, quando aparecer, procure algo para reclamar;

Se comparecer a qualquer atividade, encontre falhas no trabalho de quem está lutando pelo grupo;

Nunca aceite uma incumbência. Lembre-se que é mais fácil criticar do que realizar;

Se a diretoria pedir sua opinião sobre determinado assunto, responda que não tem nada a dizer e depois, em conversas particulares, espalhe como deveriam ser as coisas;

Não faça nada mais do que o absolutamente necessário. Porém quando os dirigentes estiverem trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, afirme que seu grupo está "dominado por um grupinho";

Não leia os informativos do grupo e publicações sobre ele. Afirme que não tem assuntos de interesse e, melhor ainda, diga que não os recebe regularmente;

Se for convidado para qualquer cargo, recuse alegando falta de tempo. Depois critique com afirmações do tipo "Essa turma quer é sempre aparecer nos cargos...";

Sugira, insista e cobre realização de atividades. Quando o grupo realizar, não assuma nada. Melhor ainda, nem compareça;

Procure não incentivar atividades. Mas, quando o grupo as fizer com muito trabalho, afirme: "Eu sabia que ia dar certo";

Se receber um questionário de pesquisa ou formulário pedindo sugestões, não preencha. E, se a diretoria não adivinhar suas idéias e seus pontos de vista, critique e espalhe a todos que é ignorado;

Após toda essa colaboração espontânea, quando cessarem as publicações, as reuniões, o lazer e todas as atividades, enfim, quando o seu grupo se acabar, estufe o peito e afirme com orgulho: "Eu não disse?!"

(retirado da agenda de 2010 da OASE)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A marca que você deixa nas pessoas

Quando eu era criança, bem novinha, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.

Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse.

"Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer numero de telefone e ate a hora certa.

Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo.

A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.

Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei:

- O telefone!

Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala.

Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse:

-"Uma informação, por favor".

Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.

- "Informações."

- "Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. "A sua mãe não está em casa?", ela perguntou.

- "Não tem ninguém aqui...", eu soluçava. "Está sangrando?"

- "Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas ta doendo..."

- "Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. Eu respondi que sim.

- "Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.

Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo.

Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Filadélfia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática.

Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido.

Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável.

Eu perguntava: "Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"

Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:

-"Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..." De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.

No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar. "Você sabe como se escreve 'exceção'?"

Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacifico. Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga.

"Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.

Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de duvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.

Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.

Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.

Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi:

- "Uma informação, por favor."

Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo:

-"Informações." Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando:

- "Você sabe como se escreve 'exceção'?"

Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: "Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul."

Eu ri. "Então, é você mesma!", eu disse. "Você não imagina como era importante para mim naquele tempo."

- "Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações.

Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse."

Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.

- "É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e chame a Sally."

Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã.

Quando liguei, uma voz diferente respondeu:

"Informações."

Eu pedi para chamar a Sally. - "Você é amigo dela?", a voz perguntou.

- "Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul."

- "Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente.Infelizmente, ela morreu há cinco semanas."

Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:

- "Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?

- "Sim."

- "A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você."

A mensagem dizia: "Diga à ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também.

Ele vai entender." Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...



NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS

sábado, 21 de novembro de 2009

Vitaminas

Muitas pessoas optam por consumir cápsulas de vitaminas, quando as mesmas podem ser encontradas facilmente nos alimentos. O segredo da boa alimentação está, sobretudo, no equilíbrio das refeições. Combine proteínas, vitaminas, sais minerais. Confira aqui, onde encontrar as fontes de vitaminas naturais que seu organismo precisa.

Fontes de vitaminas:

Vitamina A
Fonte: Abacate, abóbora, alface, berinjela, brócolis, caju, cenoura, couve, espinafre, farinha láctea, fígado, germem de trigo, goiabada, leite, manga, melancia, melão, ovo, pera, queijo, tomate, vagem.
Benefícios: Visão, ossos, cabelos, dentes e hormônios.

Vitamina B1
Fonte: Abacate, abacaxi, abobrinha, aveia em flocos, brócolis, ervilha, farinha lactea, farinha de trigo integral, feijão preto, fígado, germem de trigo, maçã, macarrão, ovo, peixe, queijo, soja, trigo integral.
Benefícios: Disposição, coração, sistema nervoso e muscular.

Betacaroteno
Fonte: Cenoura, mamão, melão, pimentão amarelo e folhas verdes-escuras.
Benefícios: Estimula a produção de melanina, pigmento responsável para a cor da pele e neutraliza a ação dos radicais livres.

Vitamina B2
Fonte: Abacate, abóbora, açúcar mascavo, agrião, alface, brócolis, couve, ervilha, espinafre, farinha de trigo integral, feijão preto, fígado, germem de trigo, iorgute, leite, ovo, peixe, queijo, soja, trigo integral.
Benefícios: Oxigena e metaboliza os carboidratos.

Vitamina
Fonte: Abacaxi, agrião, batata-doce, brocolis, caju, chuchu, couve, ervilha, espinafre, goiabada, laranja, limão, mamão, manga, melancia, melão, pepino, repolho, tangerina, tomate, uva, vagem.
Benefícios: Formação dentaria, contra infeções, aumenta e estimula a absorção do ferro.
Facilita a produção de colageno, a principal proteína da pele, que ajuda na renovação das células.

Vitamina B5
Fonte: Milho, feijão, verduras de folhas, batata e banana.
Benefícios: Assaduras do bebê e inibição do crescimento.

http://mundoverde.com.br/NoticiaDetalhe.asp?Id_Noticia=324

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.


- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.

Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;

Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...

Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.

- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.

Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.

Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.

Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.

O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.

Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.

Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.

O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.

Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

- O Brasil é um país democrático. Mentira.

Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.

Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

Democracia isso? Pense !

O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.

No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
Grande coisa...

O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...


Para finalizar tiro minha conclusão:

O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigos continuem fazendo sua parte. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Errar é humano.

"Errar é humano,
mas quando a borracha acaba antes do lápis,
estamos passando dos limites"
Bernard Shaw

Sexta Feira 13

A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar.

O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias.

Esta superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.

Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.

Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio.

Além da justificativa cristã, antes disso existem duas outras versões que provêm da mitologia nórdica que explicam a superstição. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituidos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.

Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.

(fonte wikipédia)
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A origem da sexta-feira 13
São três as explicações mais conhecidas, mas a mais forte delas tem sua raiz na crença católica

A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. Há muitas explicações para isso. A mais forte delas, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.

Mas mais antigo que isso, porém, são as duas versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

O número 13

A crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é estimado como símbolo de boa sorte. O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

(fonte Universia Brasil )

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Diquinhas de Organização - Roupas

cada pessoa se identifica com um jeito de organizar, aí vão algumas sugestões

Blusas frente única, tomara-que-caia ou de um ombro só devem sem penduradas de cabeça para baixo.

Em vez de graxa, o melhor é usar musse nos calçados. Para hidratar o couro - e isso vale para qualquer parte da casa - use água com três gotas de óleo de amêndoas.

Passe com uma bucha macia e use flanela ou fralda de pano para retirar o excesso. Repita o procedimento a cada uso.

Os cintos devem ficar próximos das calças. Nos armários masculinos, as gravatas ficam perto das camisas.

Os cintos devem ser presos pela fivela e podem ser guardados em ordem decrescente de cor.

Para limpeza de armários, o melhor é passar um pano úmido e depois um pano seco.
Lustra-móveis pode escurecer a madeira.

Carvão de churrasco numa latinha dentro do armário também tira a umidade.

A gaveta de lingerie pode ser forrada, mas não se deve usar plástico. O ideal é um forro de algodão, que deve ser lavado regularmente.

A roupa de cama deve ser guardada num volume só. Lençol de vira e fronha vão dentro da dobra do lençol de fora. O mesmo vale para toalhas. A de rosto vai dentro da de banho.

Colchas e edredons finos podem ser guardados em fronhas de algodão compradas avulsas no mercado.

Toalhas de lavabo podem ser guardadas em pé, enroladinhas - assim ocupam menos espaço. O mesmo vale para panos de prato na cozinha.

Revista época on line

(copiei do blog "desbagunçando")

sábado, 7 de novembro de 2009

Certo dia parei para observar as mulheres e
só pude concluir uma coisa: elas não são humanas.
São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.

Pare para refletir sobre o sexto-sentido.
Alguém duvida de que ele exista?

E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher,
entre as presentes, em uma reunião,
seja aquela que dá em cima de você?

E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você,
que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?

E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco?
Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo.
Só meia-hora de vôo.
Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio".
Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou,
antes de decolar.
ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
"Leve um sapato extra na mala, querido.
Vai que você pisa numa poça..."
Se você não levar o "sapato extra", meu amigo,
leve dinheiro extra para comprar outro.
Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...

O sexto-sentido não faz sentido!

É a comunicação direta com Deus!
Assim é muito fácil...
As mulheres são mães!

E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?

E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em
ensinar a vivê-la, de forma íntegra,
oferecendo amor incondicional e
disponibilidade integral.
Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe",
"coração de mãe"...

Tudo isso é meio mágico...
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos
"anjos da guarda" de Seus filhos
(que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).

As mulheres choram.
Ou vazam?
Ou extravazam?

Homens também choram, mas é um choro diferente.
As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar,
um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor
, um não sei quê de tempero divino,
que tem um efeito devastador sobre os homens...

É choro feminino.
É choro de mulher...

Já viram como as mulheres conversam com os olhos?

Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?

Elas conhecem todos...

Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.

EN-FEI-TI-ÇAM !

E tem mais! No tocante às profissões,
por que se concentram nas áreas de Humanas?
Para estudar os homens, é claro!
Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...

Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara.
Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era
"um continente obscuro".
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim.

O amor as leva para perto dEle,
já que Ele é o próprio amor.
Por isso dizem "estar nas nuvens",
quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.
E isso seria uma falha,
se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e
respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe,
esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.
Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.
E levitam.
Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.
E nem poderiam.

Porque são tomados por um encantamento
que os faz dormir nessa hora.

Luís Fernando Veríssimo

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Nossa árvore de Natal!!!!




Ganhei essa árvore de Natal do blog da Madame Káthia

Levem também a árvore que simboliza o Natal

e enfeitem seus bloguinhos!!!!